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Do café às hortas: como as ações da Câmara têm gerado impacto social e ambiental
Assessoria de Imprensa - CMM 27/02/2026

A Câmara de Vereadores de Maringá, desde setembro de 2025, intensificou as práticas sustentáveis ao seu funcionamento diário. Os projetos beneficiam a APAE, Hortas Comunitárias, a reciclagem no município e reduzem gastos com papéis. Conheça agora os projetos do Legislativo que unem impacto social e sustentabilidade ambiental, transformando resíduos em recursos, promovendo inclusão e modernizando a gestão pública.


Tampinhas de garrafa: atividades pedagógicas e recursos para APAE 

A Câmara realiza a separação de tampinhas de plástico para a APAE. Além de contribuir com a manutenção da associação com a venda dos materiais a indústrias de reciclagem, as tampinhas são utilizadas nas atividades pedagógicas da instituição.


Tampinhas plásticas de garrafa de água, refrigerantes, produtos de limpeza são separadas pelos servidores. Em apenas três meses foram 5 quilos de tampinhas destinadas à APAE.


Esses materiais, quando chegam à APAE são separadas por cor pelos alunos. Essa atividade traz benefícios terapêuticos e educacionais para o desenvolvimento cognitivo, atenção e concentração.


A atividade promove benefícios terapêuticos importantes, como desenvolvimento da atenção, raciocínio lógico, coordenação motora fina, comunicação, autonomia e interação social.


As peças separadas são comercializadas com empresas de reciclagem. A partir de 2018, as tampinhas eram comercializadas com empresa de Caxias do Sul (RS) para fabricação de painéis de motocicletas, carros e até aviões. Após o fechamento da empresa, a APAE iniciou a comercialização com outras empresas.


Borra de café: adubo rico em nutrientes para hortas comunitárias

A Câmara também reaproveita a borra de café produzida diariamente. Em vez de se tornar resíduo, o material é destinado às hortas comunitárias do município, geridas pelos próprios moradores com apoio da Prefeitura e parceiros. 


Apenas entre outubro e dezembro, 240 quilos de borra foram transformados em adubo orgânico, e mais 120 quilos entre janeiro e fevereiro, mantendo uma média de 20 quilos por semana que deixam de ir para o lixo e passam a contribuir para a produção de alimentos. 


Rica em nitrogênio, potássio e outros minerais essenciais, a borra melhora a fertilidade do solo, aumenta a aeração da terra, favorece a retenção de umidade e estimula a atividade de micro-organismos e minhocas, fortalecendo o crescimento das plantas e reduzindo a necessidade de rega frequente. 


O resultado é o fortalecimento das hortas comunitárias, que promovem segurança alimentar, geração de renda e integração social em diversos bairros.


Alumínio e plástico de capsulas de café

As cápsulas de café também passaram a ter destino ambientalmente correto. Mais de duas mil unidades foram separadas para reciclagem, contribuindo para a economia circular. 


O alumínio dessas cápsulas pode ser reaproveitado inúmeras vezes sem perder qualidade, sendo transformado em peças automotivas, esquadrias, componentes de eletrodomésticos e novos produtos metálicos, com economia significativa de energia em comparação à produção do material primário. 


Já o plástico rígido é triturado, derretido e transformado em pellets que dão origem a utensílios, mobiliário, embalagens e peças industriais resistentes e duráveis.


Digitalização: economia no uso de papéis e impressões

A Câmara também amplia a digitalização de processos, tornando a gestão pública mais ágil e organizada, ao mesmo tempo em que reduz o consumo de papel e os impactos ambientais associados à produção e ao descarte de documentos físicos.


A transformação está no setor de Recursos Humanos, com a digitalização dos registros funcionais e das folhas de pagamento, o que diminuiu a necessidade de impressões, reduziu o tempo de tramitação de documentos e melhorou o atendimento interno. A medida também representa economia de recursos públicos e menor consumo de materiais.


No Arquivo, a mudança tecnológica permitiu a preservação da memória institucional por meio de sistemas digitais que facilitam o acesso a documentos oficiais com mais segurança e rapidez. Com menos dependência de arquivos físicos, a Câmara reduziu a necessidade de espaço para armazenamento e o volume de papel utilizado nas rotinas administrativas.


A Contabilidade também passou a operar com integração digital de dados financeiros, ampliando a transparência e a rastreabilidade das informações. A substituição de relatórios impressos por registros eletrônicos tornou os processos mais claros e auditáveis, além de contribuir para a diminuição do consumo de recursos materiais.


E você, o que acha das ações da Câmara de Vereadores para impato social e ambiental no município?


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